Programa Adapta: reabilitação e inclusão

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A realidade do paciente com câncer de cabeça e pescoço no Brasil

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), tumores de lábios, cavidade oral, faringe, laringe, cavidade nasal e tireoide, agrupados como cânceres de cabeça e pescoço, representam a segunda maior incidência de neoplasias em homens brasileiros[1]. A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) afirma que 60% dos casos de Câncer de Cabeça e Pescoço (CCP) recebem diagnóstico tardio[2], o que diminui as chances de cura e aumenta os efeitos colaterais e sequelas do tratamento. 

 

 

O processo terapêutico destes pacientes, com câncer de cabeça e pescoço e de pele, pode resultar em mutilação facial que necessita de reabilitação multidisciplinar, incluindo, muitas vezes, uma prótese personalizada de alta complexidade e custo, com mão de obra especializada e materiais importados. Atualmente, esta prótese não é fornecida pelos sistemas de saúde público e suplementar na maioria dos hospitais brasileiros, e em diversos casos, os pacientes acabam ficando sem reabilitação por falta de profissionais especializados.

A falta deste apoio para a reabilitação pode, muitas vezes, ocasionar isolamento social, diminuição da autoestima e da qualidade de vida destas pessoas. 

 

Programa Adapta: reabilitação e inclusão 

Diante do conhecimento de que pacientes com mutilação facial muitas vezes não recebem próteses adequadas pelo SUS ou saúde suplementar, em janeiro de 2019 o Projeto Camaleão iniciou a montagem do Programa Adapta: reabilitação e inclusão, cujo objetivo é promover a reinserção social e auxiliar na reabilitação dos pacientes que enfrentam mutilações faciais devido ao câncer. O foco do projeto é atender pacientes com câncer de cabeça e pescoço (incluindo câncer de pele na região da cabeça ou do pescoço), oferecendo, por meio de uma equipe qualificada de voluntários, atendimento com dentista, protesista, assistente social, psicólogo, fonoaudióloga, fisioterapeuta, advogada, nutricionista, buscando a reabilitação integral destes pacientes. 

Conheça o Sr. Isaías, paciente atendido pelo Programa Adapta: 

 

                               

 

Como ajudar? 

Até o presente momento, não temos nenhum patrocínio para a realização deste programa. Por isso, lançamos um financiamento coletivo para atender estes pacientes e confeccionar próteses a quem não tem condições de custeá-las. Cada um doando um pouquinho, nós podemos fazer muito por estas pessoas! 

Você pode ajudar: a partir de R$5 mensais, você nos ajuda a confeccionar as próteses e auxiliar na reabilitação de quem enfrenta o câncer de cabeça e pescoço. Participe em: catarse.me/adapta 

 

                                                           

 

Sou paciente, como faço para participar? 

 

Se você é paciente com câncer de cabeça e pescoço, entre em contato conosco! Nossa equipe multidisciplinar poderá lhe acolher e atender - e você poderá participar de todas as atividades online oferecidas pelo Projeto Camaleão!

Caso você necessite de prótese bucomaxilofacial para sua reabilitação, nossa equipe irá realizar sua avaliação socioeconômica para verificar se conseguimos lhe atender! Entre em contato pelo Whatsapp (51) 9968 47450  

 

 

[1] https://www.inca.gov.br/noticias/julho-verde-inca-debate-linha-de-cuidado-e-diagnostico-precoce-de-tumores-de-cabeca-e

[2] https://www.sboc.org.br/noticias/item/1631-cancer-de-cabeca-e-pescoco-aumento-da-incidencia-de-tumores-relacionados-ao-hpv

 

@projetocamaleao

Acreditamos que o câncer pode ser uma sentença de vida!